23/02/2018

CASA DA ARQUITECTURA

JORNAL PÚBLICO
17 de Fevereiro, p.24
"A casa da democracia e o circo do poder"


19/02/2018

CASA DA ARQUITECTURA

A CASA DA DEMOCRACIA: ENTRE ESPAÇO E PODER
Casa da Arquitectura, Matosinhos
De 17 de Fevereiro a 15 de Março de 2018

Curadoria: Susana Ventura

Fotografias: Paulo Catrica
Projecto expositivo: Luísa Bebiano
Design Gráfico: Pedro Nora


Fotografia de João Miranda


 Fotografias de Gonçalo Faustino

Fotografia de João Miranda

A atual Assembleia da República, assento do Parlamento Português, foi cenário e palco de importantes movimentos sociais e regimes políticos que determinaram o nosso destino histórico: a Revolução Liberal de 1820, que dois anos depois deu origem à primeira Constituição Portuguesa; a abolição da Monarquia e consequente implantação da República em 1910; a ditadura do Estado Novo e o seu fim, após a Revolução de 25 de abril de 1974, com a desejada restauração da Democracia.
A história que o edifício acumula é igualmente inseparável da história da arquitetura portuguesa, remontando ao final do século XVI, aquando da fundação do Mosteiro de São Bento da Saúde, desenhado pelo Arquiteto Balthazar Álvares e considerado um dos mais relevantes exemplos do estilo chão devido à sua monumentalidade e marca territorial, o que terá, certamente, potenciado a sua posterior adaptação a Palácio das Cortes.
As histórias entrecruzam-se ao longo dos séculos, estimulando uma compreensão que não deve ater-se à sucessão dos acontecimentos para procurar pensar o próprio sentido do que é o espaço político no nosso presente. O sistema político condicionou, por diversas vezes, a arquitetura do edifício (incluindo a coreografia dos corpos e a iconografia) e do pedaço de cidade onde se insere, enquanto a arquitetura, por sua vez, contribuiu para a criação e afirmação de um centro de poder ou da cidade enquanto espaço de liberdade.
A peça que ocupa o espaço central da galeria, desenhada por Luísa Bebiano, é um espaço elíptico. Num dos lados, apresentam-se algumas das hipóteses sobre a relação entre espaço e poder, cruzando as linhas temporais em elipses virtuais, e, no outro lado, expõem-se as fotografias de Paulo Catrica dos vários espaços da Assembleia da República que muitas vezes permanecem ocultos, revelando-nos, simultaneamente, o edifício institucional e o espaço comum de trabalho e debate.
in www.archdaily.com.br

Maqueta de estudo do projecto expositivo, escala 1:20
Fotografia de João Miranda

08/02/2018

CASA DA BICA DEBAIXO

FOTOGRAFIA DE OBRA
CASA DA BICA DEBAIXO



Fotografias de Luisa Bebiano

30/01/2018

23/12/2017

18/12/2017

CASA NO TOVIM

ESTUDOS

Maquetas de Estudo de volumetria
Fotografias de Luisa Bebiano

19/11/2017

EMBARCAÇÃO DO INFERNO

EMBARCAÇÃO DO INFERNO
HOJE, CENTÉSIMA APRESENTAÇÃO NO 
TEATRO GARCIA DE RESENDE, ÉVORA, 21H30

Texto: Gil Vicente
Encenação: António Augusto Barros
Cenografia: Luísa Bebiano e João Mendes Ribeiro
Figurinos: Ana Rosa Assunção
Desenho de luz: António Rebocho 
Fotografias de cena: Paulo Nuno Silva
Produção: Escola da Noite e Cendrev

11/11/2017

FOTOGRAFIA DE OBRA

FOTOGRAFIA DE OBRA
Casa da Bica Debaixo

Fotografia de Luisa Bebiano

29/09/2017

FOTOGRAFIA DE OBRA

FOTOGRAFIA DE OBRA

Fotografia de Luisa Bebiano

22/09/2017

FOTOGRAFIA DE OBRA

FOTOGRAFIA DE OBRA

Fotografia de Luisa Bebiano

20/09/2017

FOTOGRAFIA DE OBRA

FOTOGRAFIA DE OBRA

Fotografia de Luisa Bebiano

14/09/2017

ENCONTRO DE ARQUITECTURA


ENCONTRO DE ARQUITECTURA 
ESCOLA DE COIMBRA

Passados quase trinta anos desde a criação do curso de Arquitectura na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, no ano de 1988, e depois de um primeiro ciclo de conferências realizado em 1996 na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, a que se chamou “A Escola de Coimbra”, retomamos agora esse ciclo para equacionar a existência de uma “Escola de Coimbra” e reflectir acerca do lugar que ela ocupa.
A prática regular e qualificada, preconizada por um conjunto de arquitectos sediados na cidade e/ou formados no Departamento de Arquitectura da Universidade de Coimbra, constitui o pretexto ideal para promover essa reflexão, partindo da observação do percurso de cada arquitecto/atelier para considerar a existência de uma identidade comum.
O Encontro de Arquitectura – A Escola de Coimbra pretende dar a conhecer a produção arquitectónica de oito ateliers seleccionados e assim demonstrar a importância das novas gerações na produção de arquitectura qualificada na cidade e no país. Pretende ainda sublinhar o lugar conquistado pela “Escola de Coimbra” na geografia da arquitectura nacional, mas também a sua importância para a cidade de Coimbra, cuja eventual transformação a partir da existência do Departamento de Arquitectura interessa discutir.


21/08/2017

CASA DA BICA DEBAIXO

FOTOGRAFIA DE OBRA
Casa da Bica Debaixo

 Fotografia de António Pessoa Vaz
Fotografia de Luisa Bebiano

03/08/2017

PEDRO E INÊS

Pedro e Inês
Um filme de António de Ferreira
Fotografia de Paulo Castilho
Arte de Luisa Bebiano

Futuro - Cemitério
Futuro - Camarata
Futuro - Campo de cultivo
Passado - Biblioteca

30/03/2017

PRÉMIO NACIONAL DE REABILITAÇÃO URBANA

RECUPERAÇÃO DAS INSTALAÇÕES DA SOCIEDADE CERÂMICA ANTIGA DE COIMBRA



https://www.idealista.pt/news/imobiliario/construcao/2017/03/30/33117-e-os-vencedores-do-premio-nacional-de-reabilitacao-urbana-sao

Localização Terreiro da Erva, Coimbra, Portugal
Dono de obra Sociedade Cerâmica Antiga de Coimbra, Lda. Eduardo Bebiano Correia 

Projecto de arquitectura Luisa Bebiano, Atelier do Corvo (Carlos Antunes, Desirée Pedro)
Colaboradores Ivo Lapa, Diogo Rodrigues, Mário Carvalhal, Pedro Canotilho, Rui Santos, Teresa Silvestre
Especialidades ECA, Projectos Lda.
Projecto de restauro Fernando Marques

Arqueologia Dryas
Construtor Civifran, Construções Lda.
Data de projecto: 2001, 2008, 2012, 2014

Data de obra 2014-2016
Fotografias Inês D'Orey

O fabrico de faiança em Coimbra remonta ao século XVII.
Com a remodelação da Universidade de Coimbra, iniciada em 1773 pelo Marquês de Pombal, surge um vasto conjunto de unidades de produção que darão origem a um bairro de oleiros no centro da cidade.
Esta unidade fabril é o último testemunho desse conjunto mais extenso de unidades extintas e situa-se em território urbano e consolidado na Baixa da cidade de Coimbra.

Apoiados no estudo arqueológico, compreendemos que o edifício sofreu muitas alterações e sobreposições ao longo do tempo, passando de lagar de azeite a olaria (ainda no séc. XVIII, em 1793). 
Dando resposta ao programa de espaço museológico em simultâneo com a continuidade do fabrico de faiança (cerâmica artesanal) garantimos melhorias nas condições de habitabilidade, mantendo os mesmos processos construtivos artesanais.
Este edifício é totalmente construído com paredes de pedra exteriores auto portantes, estrutura, pavimentos e paredes em madeira de pinho nacional.
A não alteração da volumetria do edifício (tão perto da Rua da Sofia – integrante do Património Mundial da UNESCO) juntou-se opção de manter o máximo de elementos estruturais (removendo criteriosamente elementos sobrepostos), muitas vezes realocados, restaurando a maior parte do edificado e inserindo novos elementos quando necessário.

A tipologia dos fornos (séc. XVIII), corresponde às representações que integram os estudos de Char-les Lepierre. A câmara é de planta quadrada e a fornalha é de abóbada nervurada e perfurada, constituídos por elementos cerâmicos maciços e estruturalmente auto-portantes.
A abordagem de carácter conservativo e de restauro assentou numa filosofia da intervenção mínima, não intrusiva, com o objectivo final de musealização, permitindo a interpretação construtiva e funcional do conjunto, deixando-nos ler as marcas da laboração.

As soluções arquitectónicas encontradas sublinham a continuidade entre tempos, mas sem rupturas, havendo nesta atitude um consciente apagamento do gesto diferenciador, querendo marcar uma certeza na efemeridade do nosso tempo, tal como foi marcada (e assim valorizada) a efemeridade de quem construiu aquele lugar, tão agarrado de memórias e de vivências que agora nos parecem interporias.

 Fornos recuperados
  Fornos recuperados (parte superior)
  Escadas
Armazém
 Armazém
 Sala da Pintura
  Sala da Pintura
  Sala da Pintura
Olaria
 Olaria
Cafetaria
Entrada
 Alçado Sul, antes e depois da intervenção

Alçado Nascente, antes e depois da intervenção

06/03/2017

PINHEL

FOTOGRAFIAS DE OBRA


Fotografias de Luisa Bebiano